Autor: Margarida Campos
Edição: 1
Encadernação: Brochura
Tamanho: 24 x 17 cm
Páginas: 560
Editora: Valer
ISBN: 9786555853841
Nessa viagem por Manaus, nos ônibus de madeira dos anos finais das décadas de 1940 a 1969, o leitor percorre uma cidade ordenada e pacata, com instalações ainda preservadas, reflexo de uma sociedade de classe média e de valores moldados por um ensino público de qualidade, apesar da crise econômica oriunda da queda do comércio exportador da borracha. Logo, o percurso é outro, reconfigurado por rupturas radicais e definitivas. O leitor atento, então, testemunha a destruição da estrutura urbanística, dos espaços públicos de referência e dos recursos naturais, características únicas da paisagem e dos modos de tocar a vida dos manauenses. É a desconstrução da cidade pelo fenômeno da Zona Franca, modelo econômico implantado sem a sustentação de um planejamento estratégico participativo, racionalizador de decisões e implementador de metodologias que evitam ou reduzem erros, equívocos e impactos negativos na realidade, objeto de intervenção. Disso resulta, uma cidade entregue à própria sorte em um território de oportunistas e aventureiros de todos os matizes.
| 1 x de R$280,00 sem juros | Total R$280,00 | |
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| 5 x de R$67,08 | Total R$335,44 | |
| 6 x de R$56,15 | Total R$336,95 | |
| 7 x de R$48,34 | Total R$338,38 | |
| 8 x de R$42,42 | Total R$339,42 | |
| 9 x de R$37,82 | Total R$340,45 | |
| 10 x de R$34,22 | Total R$342,27 | |
| 11 x de R$31,28 | Total R$344,09 | |
| 12 x de R$28,80 | Total R$345,63 |
Autor: Margarida Campos
Edição: 1
Encadernação: Brochura
Tamanho: 24 x 17 cm
Páginas: 560
Editora: Valer
ISBN: 9786555853841
Nessa viagem por Manaus, nos ônibus de madeira dos anos finais das décadas de 1940 a 1969, o leitor percorre uma cidade ordenada e pacata, com instalações ainda preservadas, reflexo de uma sociedade de classe média e de valores moldados por um ensino público de qualidade, apesar da crise econômica oriunda da queda do comércio exportador da borracha. Logo, o percurso é outro, reconfigurado por rupturas radicais e definitivas. O leitor atento, então, testemunha a destruição da estrutura urbanística, dos espaços públicos de referência e dos recursos naturais, características únicas da paisagem e dos modos de tocar a vida dos manauenses. É a desconstrução da cidade pelo fenômeno da Zona Franca, modelo econômico implantado sem a sustentação de um planejamento estratégico participativo, racionalizador de decisões e implementador de metodologias que evitam ou reduzem erros, equívocos e impactos negativos na realidade, objeto de intervenção. Disso resulta, uma cidade entregue à própria sorte em um território de oportunistas e aventureiros de todos os matizes.
