Autor: Max Deulen Barsúns Nogueira
Edição: 1
Encadernação: Brochura
Tamanho: 20 x 13 cm
Páginas: 272
Editora: Valer
ISBN: 9786555854640
FORMIGAS DE FOGO Quantas nações não sucumbiram diante dos exímios "Formigas de Fogo", os místicos "Cortadores de Cabeças"? Quantos indígenas não se prostraram perante a feroz nação do gentio Mura? E o que dizer ou imaginar sobre o calafrio que percorreu os ossos da tripulação de Orellana ao desbravar a Amazônia e deparar-se com centenas, quiça milhares, de Mura, nas encostas do barrento Rio Amazonas, batendo em cascos de tracajás que usavam como escudos, vociferando em direção à nau portuguesa? E mais, como Frei de Carvajal conseguia escrever algo em seu diário com todos esses eventos acontecendo e vendo que seu capitão acabara de perder um olho? A obra de Max Baraúna, Guerras indígenas na região das Tupinambaranas: Mura x Munduruku (1768-1795), descortina nossos olhos, tornando-nos espectadores de duas sociedades indígenas atuantes contra o processo de colonização na Amazônia no século XVIII. Revela-nos a evolução das estratégias de guerra e as alianças entre o Estado Português na Amazônia colonial. Enfim, proporciona-nos um outro olhar para a história dos personagens que faziam até o mais experiente estrategista de guerra europeu curvar-se diante do guerreiro indígena. Fabiano Baraúna Mestre em Artes Cênicas
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Autor: Max Deulen Barsúns Nogueira
Edição: 1
Encadernação: Brochura
Tamanho: 20 x 13 cm
Páginas: 272
Editora: Valer
ISBN: 9786555854640
FORMIGAS DE FOGO Quantas nações não sucumbiram diante dos exímios "Formigas de Fogo", os místicos "Cortadores de Cabeças"? Quantos indígenas não se prostraram perante a feroz nação do gentio Mura? E o que dizer ou imaginar sobre o calafrio que percorreu os ossos da tripulação de Orellana ao desbravar a Amazônia e deparar-se com centenas, quiça milhares, de Mura, nas encostas do barrento Rio Amazonas, batendo em cascos de tracajás que usavam como escudos, vociferando em direção à nau portuguesa? E mais, como Frei de Carvajal conseguia escrever algo em seu diário com todos esses eventos acontecendo e vendo que seu capitão acabara de perder um olho? A obra de Max Baraúna, Guerras indígenas na região das Tupinambaranas: Mura x Munduruku (1768-1795), descortina nossos olhos, tornando-nos espectadores de duas sociedades indígenas atuantes contra o processo de colonização na Amazônia no século XVIII. Revela-nos a evolução das estratégias de guerra e as alianças entre o Estado Português na Amazônia colonial. Enfim, proporciona-nos um outro olhar para a história dos personagens que faziam até o mais experiente estrategista de guerra europeu curvar-se diante do guerreiro indígena. Fabiano Baraúna Mestre em Artes Cênicas
